Portugal é grande quando abre horizontes

12
Jul 17

http://portugues.tdm.com.mo/radio/play_audio.php?ref=8957

Acima vos deixo o link para os meus comentários desta semana na Rádio Macau sobre a UE.

Abordo o acordo comercial assinado com o Japão, as fricções entre J-C Juncker e o Parlamento Europeu, a presidência da Estónia neste segundo semestre de 2017 e os resultados do G20.

publicado por victorangelo às 21:13
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11
Abr 17

No Magazine Europa desta semana, difundido às terças-feiras pela Rádio Macau, os meus comentários são sobre a Grécia e as suas relações com o Eurogrupo, no quadro das negociações um terceiro resgate; depois, trata-se de fazer o ponto da situação sobre o Brexit, agora que as regras e os contornos, do lado europeu, ficaram mais claros; finalmente, debruço-me, sem cair na repetição do que por aí se diz, sobre o impacto que os 59 Tomahawks de Donald Trump estão a ter no relacionamento da UE com os EUA e a Rússia.

O link para a edição de hoje é o seguinte:

 goo.gl/aLUN5e

publicado por victorangelo às 14:44
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02
Jan 17

Quando se procura fazer intervenção social, a mensagem com 140 ou menos caracteres é a maneira de comunicar que mais impacto tem. Nestes tempos de abundância de informação ninguém tem tempo e paciência para ler longos textos. Os nossos jornais ainda não o perceberam. O mesmo acontece com vários blogs de autores muito sérios. Continua a publicar-se escritos cheios de floreados e de meandros infindáveis. Muita conversa e pouca carne.

Donald Trump foi dos que já percebeu a força que um tweet pode ter.

A minha própria conta no Twitter tem milhares de leitores diários, algo que não acontece, nem de muito longe, no que respeita aos meus blogs. Assim, pouco a pouco, o meu investimento vai ser sobretudo ao nível dessa conta. Seria um erro não reconhecer as mudanças que estão a ocorrer em matéria de comunicação social.

Entretanto, ficam aqui os votos de um bom ano de 2017. Um ano que irá certamente ser um desafio muito interessante em termos de intervenção social. O meu papel será o de alimentar a crítica construtiva.

publicado por victorangelo às 20:14
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30
Mai 16

Uma das razões que me afasta da política partidária tem que ver com os ataques pessoais. Não gosto nem pratico a arte dos ataques contra os autores de ideias e propostas. Discuto, isso sim, quando é caso disso, as opiniões. Mas reconheço que a acção política se faz também e acima de tudo, tantas vezes, com base na demolição da personalidade e no achincalhamento do adversário. E quem é forte e feio nessa habilidade vai mais longe.

É isso que Donald Trump tem feito e continua a fazer. Primeiro contra os 16 outros candidatos do seu próprio campo e agora contra Hillary Clinton. E será provavelmente por esse motivo que poderá vir a ganhar as eleições presidenciais de novembro.

Assim, Hillary Clinton tem que rever a sua maneira de fazer campanha. Não pode ignorar o impacto que a difamação sistemática vinda do outro lado tem. Não precisa de passar uma boa parte do seu tempo a ridicularizar e menosprezar Trump. Mas tem que ir a esse jogo. E as personalidades à sua volta não podem perder uma única oportunidade para cobrir o oponente republicano de ridículo e troça.

Estas eleições não podem ser disputadas com luvas brancas. Nem com grandes devaneios intelectuais, que têm apenas o condão de mostrar que Hillary mais não é do que um rebento de uma elite distante do cidadão comum. Estamos perante uma disputa suja que pede que se arregace as mangas e se meta as mãos na massa.

publicado por victorangelo às 20:16
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23
Jan 16

A eleição presidencial que se aproxima deixa-me preocupado. Não é a questão do nível muito baixo dos debates. É o problema muito sério das candidaturas. Do lado Republicano, claro. A sondagem de ontem, sob o patrocínio da Reuters e do IPSOS, mostra claramente que Donald Trump está muito à frente dos outros correligionários do seu partido. Tem mais de 40% das intenções de voto. O segundo nome é o de Ted Cruz, umas décimas acima dos 10%, ou seja, está fora de combate. Cruz seria, de qualquer modo, uma escolha preocupante.

Trump vai certamente ser o candidato Republicano à presidência dos EUA. A única maneira séria de ver essa escolha é a de dizer, sem ambiguidades, que se trata de uma desgraça e de um perigo. O homem representa a fatia mais retrógrada da opinião pública americana. A mais extremista, incluindo do ponto de vista do racismo. E a mais perigosa, nomeadamente no que respeita ao relacionamento da América com várias regiões do globo.

Pior ainda, num embate decisivo entre Trump e Hillary Clinton, que deverá ser a candidata do lado dos democratas, a mesma sondagem mostra que Hillary teria imensas dificuldades em sair vencedora. É verdade que ainda faltam muitas milhas para chegar ao dia das eleições. E que tudo pode acontecer durante as campanhas de Trump e de Clinton. Mas qualquer deslize pode significar a vitória de Trump.

E o leitor já pensou o que seria a política internacional – já não falo da política doméstica, que isso é sobretudo matéria para o povo americano – se Donald Trump estivesse na Casa Branca?

 

publicado por victorangelo às 20:34
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