Portugal é grande quando abre horizontes

28
Mai 12

 

 

 

Copyright V. Ângelo

 

Mais imagens do meu passeio quotidiano. 

 

 

publicado por victorangelo às 07:01
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08
Abr 12

 

 

Copyright V. Ângelo

 

O comentário que o leitor P escreveu hoje, relativo ao meu texto sobre o estado de abandono do Algarve, do lado do Sotavento, tem toda a razão de ser. Uma parte importante da economia agrícola da região está em ruínas. 

 

Já ontem o leitor Nação Valente fizera um comentário sobre o mesmo assunto, também muito certeiro. Fez, igualmente, referência à situação muito diferente que se vive do outro lado da fronteira, onde tudo está mais cuidado, cultivado ou aproveitado.

 

E o Tito partilhou a sua opinião sobre Tavira. Uma aldeia grande, sem vida para além do Verão. 

 

Por falar em Tavira, um conhecido meu é proprietário de uma das quintas mais produtivas dos arredores da cidade. Investiu conhecimento - é agrónomo - e dinheiro na propriedade. Produz uvas e laranjas de qualidade. Que não consegue vender. Quando aparece um intermediário, é para oferecer um preço ridículo, que, na maioria dos casos, ficará a dever ao produtor. 

 

Assim, não há economia agrícola que possa funcionar. 

 

Como também é muito difícil ter um rasgo de optimismo.

 

Sem esquecer que a confiança nos concidadãos é fundamental para o progresso social. Sem honestidade nem princípios morais nada funciona. 

 

Entretanto, os Ministérios da Agricultura e da Economia andam aos papéis, sem que ninguém lhe reconheça algum...

 

publicado por victorangelo às 21:45
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17
Nov 11

Volto a escrever, na Visão que hoje foi posta à venda, sobre as grandes questões do futuro.

 

Mas também acrescento um parágrafo sobre Portugal e a sua falta de vistas largas.

 

Vejam, por favor, o site: 

 

http://aeiou.visao.pt/vistas-largas=f633846 

 

Dois leitores já comentaram o texto, com muita pertinência.

 

Quem mais vai acrescentar umas palavras de reflexão?

 

 

 

 

 

 

 

 

 

publicado por victorangelo às 20:37
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31
Out 11

Fui caminhar a passo acelerado com a Saskia, no parque que está a dois passos de casa. As árvores estão lindas, nesta altura de castanhos e dourados. Ela gostou tanto, a velocidade parece ser um dos seus fortes, que cantou durante todo o percurso. Mas viver a alta velocidade, cansa. Dormiu quase toda a tarde. O que me permitiu, como eu estava de guarda, ter tempo para pensar que 7 000 milhões de almas é muita gente. Em África já são mais de 1 000 milhões. A pressão sobre os recursos naturais é imensa, sobretudo quando a ela se junta a sofreguidão dos que querem tirar partido e enriquecer rapidamente. 

 

Curiosamente, nada disto parece perturbar, para já, o sono da miúda. Nascida o ano passado, esta é uma criatura do século XXI. Mas, quem pode imaginar, hoje, o que será este século?

publicado por victorangelo às 20:43
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25
Out 11

 

 

Copyright V. Ângelo

 

Hoje, peço ao leitor que pense em cenouras. Nada mais.

 

Não dará para esquecer os telejornais, mas talvez nos permita lembrar que a vida também se faz com coisas simples.

publicado por victorangelo às 22:12
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22
Out 11

 

 

Copyright V.Ângelo

 

Nascer do dia, visto de um canto de Lisboa, a pensar que uma sociedade só pode ser considerada como evoluída se os mecanismos que devem proteger os mais fracos funcionarem como deve ser. Não basta que existam. Têm que funcionar eficazmente e com isenção.

 

Sem instituições que assegurem os direitos dos que menos poder têm, o Sol, quando nasce, é apenas para alguns.

 

publicado por victorangelo às 20:45
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15
Jul 11

O pensamento produzido pelas elites intelectuais de Portugal é, de um modo geral, muito conservador. As raízes estão enterradas no passado, nas famílias da pequena aristocracia rural. 

 

Nalguns casos, são apenas frases, violência gratuita, sem argumentos, meros desabafos mal educados. Noutros, pretensamente mais progressistas, imperam as ideias feitas, sem qualquer ligação à realidade possível. 

 

É, em geral, uma produção feita por preguiçosos, a que se juntam os que apenas reproduzem o eco do que ouviram noutros sítios. 

 

Existe, na verdade, um problema no que respeita à qualidade das nossas elites. Um país sem elites viradas para o futuro não pode progredir.

publicado por victorangelo às 23:30
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15
Jun 11

 

 

 

Copyright V. Angelo

 

 

Um nariz. Muito sangue, que os blogues querem-se com muita cor. Cores vivas.

 

publicado por victorangelo às 18:54
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05
Mar 11

 

Copyright V. Ângelo

 

 

 

Encontrei esta mulher no meio do deserto do Sahara. A sorrir, com tranquilidade. 

 

Por falar de mulheres e de desertos, lembro-me que, em breve, será comemorado o dia internacional da mulher. Este ano, ironicamente, cai na Terça-feira de Carnaval.

 

A Leslie, a mais velha das minhas filhas, partiu hoje para Bagdade. Vai organizar o dia internacional na capital do Iraque. O foco será nos direitos humanos.

 

publicado por victorangelo às 20:57
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04
Mar 11

Foi dia de greve, um pouco por toda a parte. A razão principal teve que ver com o contínuo aumento do custo de vida e o receio que o sistema que liga os salários à inflação venha a desaparecer, num futuro não muito distante. Aliás, existe uma proposta da Alemanha, que vai nesse sentido.

 

O cabaz de compras de uma família tipo custa, neste país, cerca de 600 euros por semana.  O rendimento das famílias tem, por isso, que atingir o valor líquido mensal de 2576 euros, para que se ultrapasse o limiar da pobreza. O salário mínimo vale 1440 euros/mês. Muitos trabalhadores recebem, líquidos, pouco mais que isso. Ambos os cônjuges são obrigados a trabalhar, para poder responder às necessidades da vida. As famílias monoparentais constituem a grande massa dos novos pobres. 

 

Na região da capital e no Sul do país, a greve foi seguida por muitos. No Norte, apenas os trabalhadores das grandes unidades industriais e dos transportes interurbanos responderam ao apelo. O resto, fez um dia como os outros.

 

Vivi, neste contexto, uma experiência interessante. Sexta-feira é o dia das compras semanais. Ora, os supermercados da capital e dos subúrbios estavam fechados. O mesmo acontecia em todo o Sul.

 

Para não alterar os hábitos e os compromissos, peguei no carro, conduzi 24 quilómetros. Na Flandres, o Norte do país, estavam todos abertos. Lá entrei numa grande superfície da cadeia que costumo frequentar, fiz as compras e voltei para casa. Sem furar nenhuma greve. Deu-me, no entanto, a impressão que fora às compras ao estrangeiro. 

publicado por victorangelo às 19:53
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