Portugal é grande quando abre horizontes

25
Mar 09

 

Morrer ao sair dos Correios de Oeiras, no meio do mato que são os arredores de Lisboa, baleado por gangsters rafeiros à caça de meia dúzia de Euros, quando no Freeport ninguém é atingido, nem cai de vergonha, e quando nenhum professor é avaliado, nem tido nem achado, com o Isaltino da mesma Oeiras a dizer que não se reconhece no monstro que o Procurador pintou no tribunal, não será certamente por estar mais gordo, e sem ter a certeza de que haverá um dia um novo Provedor de Justiça que o ouça, caso necessite, que o que se passa com essa tachada só mostra a falta de diálogo e bom senso políticos, mas não haja pressas, que o escândalo do BPP, sem esquecer todos os outros, continua a navegar em águas cinzentas e nevoeiros intensos, que a falta de sentido de urgência também não nos permite avançar com os grandes projectos de obras públicas, com aquele Lino do deserto a ficar preso nas confusões dos aeroportos que não arrancam, e a senhora dos sociais-democratas a dizer que auto-estradas nos tempos de crise só nos fazem chegar mais depressa à bancarrota final, e as barragens servem apenas para que nos afoguemos no lodo da vida pantanosa que se reúne todos os dias na Assembleia da República, agora com mais brinquedos electrónicos, para distrair o pessoal que dormia nas bancadas, com tudo isto mais vale tomar um calmante, que cair doente num dos hospitais desta santa terra, agora com mais um santo Nuno a fazer negócio, é muito má ideia, e leva à vala ao lado da do senhor que caiu hoje à porta de um país que se perde todos os dias.

publicado por victorangelo às 20:55

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