Portugal é grande quando abre horizontes

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Abr 09

 

 

 

 

Copyright V. Ângelo

 

Noutras terras, uma margem à beira-rio, perto do mar e com as vistas que o outro lado de Lisboa tem, seria aproveitada para urbanizações e parques de grande qualidade. Não para depósitos de materiais e silos industriais. Nem para aldeias sem encanto, perdidas na pobreza de quem não recebe ajuda.

 

Quem passeia ao longo do rio, entre a Ponte e a Torre de Belém, vê, do outro lado da água que corre, um país que não sabe dar valor às suas belezas naturais.

 

Que falta de visão, meus senhores. Que estragação.

publicado por victorangelo às 19:57

Somos um país de mentalidades pequenas... qu pensa a curto prazo e que por norma.. pensa mal.

Continuo a achar as suas fotografias fantásticas.

Jorge
Jorge Soares a 8 de Abril de 2009 às 00:14

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