Portugal é grande quando abre horizontes

28
Jul 09

 

No edifício da ONU, em Nova Iorque, vive-se à Verão. Durante este período, não há fatos, casacos ou gravatas, a não ser que se trate de uma ocasião muito especial. É uma maneira de poupar umas largas centenas de milhares de dólares em ar condicionado. A temperatura ambiente é mantida dois ou três graus acima do que era habitual, nesta altura do ano.

 

Ao fim do dia, na Primeira Avenida, à porta do edifício do PNUD, um casal de reformados italianos, de visita a Nova Iorque, talvez o sonho de uma vida, pergunta-me onde é o "Palácio das nações Unidas". Era mesmo em frente, no outro passeio da avenida. Quando apontei para a velha torre que abriga o Secretariado da ONU, tornou-se visível, nas suas caras, a decepção. Vir de tão longe para ver aquele monstro de cimento e vidro, tão velho que tem os dias contados.

 

Assim se passa muitas vezes com a ONU ao nível do terreno. Onde se espera ver uma maravilha, vê-se o cair de um sonho. Mas a realidade das relações internacionais é assim.

publicado por victorangelo às 11:49

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