Portugal é grande quando abre horizontes

13
Nov 09

 

Numa longa entrevista a Radio France Internationale, confirmei hoje que existem regiões no Leste do Chade (e no Darfur), que são de alto risco. A minha Missão de Paz está pronta para escoltar as colunas humanitárias que precisem de trabalhar nessas terras. Acrescentei que os humanitários que não queiram ouvir o aviso de perigo e que se aventurem sem protecção armada, põem em risco a vida dos seus agentes.

 

Mais uma vez, é preciso que fique claro a responsabilidade de cada um.

 

A representante do Comité Internacional da Cruz Vermelha fez, entretanto, uma pirueta no vazio da irresponsabilidade, ao afirmar que só não pedia as nossas escoltas porque as suas operações de assistência são junto à fronteira e que nós não temos funções de fronteira. Incorrecto, e é sabido. As nossas patrulhas militares fazem-se também junto à fronteira entre o Chade e o Sudão. Em todos os lugares onde é preciso proteger as organizações humanitárias, os refugiados e as populações em perigo.  A única função que nos está vedada é a de defesa da linha de fronteira.

 

Quando um agente humanitário levar um tiro ou for raptado, que vai o director dessa ONG dizer à família, quando esta lhe perguntar por que razão a coluna ou o agente andavam naquela zona sem escolta da ONU?

 

 

publicado por victorangelo às 19:33

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