Portugal é grande quando abre horizontes

24
Dez 09

 

O pobre do camelo não teria cornos mas a sua carne era rija como os ditos.

 

E muito mal temperada. Não dava para disfarçar.

 

Uma ceia de Natal diferente.

 

Com a situação na área das nossas operações, na RCA, a ficar cada vez mais violenta, incluindo o risco acrescido de raptos de Ocidentais, o desejo desta quadra é que haja tranquilidade e respeito. Duas características pouco frequentes, nas terras que frequento.

 

E ainda há quem diga que o pessoal dirigente da ONU são uns meros burocratas...

 

Fora isso, e esquecendo a comida, um bom Natal.

 

 

publicado por victorangelo às 22:22

Votos de um óptimo Natal! Ao contrário do camelo, o polvo estava óptimo... não fosse o tempero transmontano!
Tito a 25 de Dezembro de 2009 às 03:49

Boas festas, e bom trabalho. Nunca comi camelo, mas já percebi que não vale a pena. É bicho de trabalho, é natural que tenha a carne dura :-)
Gi a 25 de Dezembro de 2009 às 12:39

Passo por aqui todos os dias. Para quem acalenta, desde muito pequena, o sonho de um dia poder trabalhar ao serviço das Nações Unidas é impossível não sentir admiração e entusiasmo pelo que faz e pelo ser humano que é.

Obrigada por me fazer acreditar que não é impossível um português integrar os quadros da ONU. Obrigada pelos seus textos e pela partilha.

Que tenha tido um Santo Natal.

Susana Pedro
Susana Pedro a 25 de Dezembro de 2009 às 23:50

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