Portugal é grande quando abre horizontes

07
Set 08

 

Num dos casos, temos uma liderança cansada, que espera apenas que o fruto do governo acabe por apodrecer e tombe da árvore. E’ a política do saber esperar, nada mais, apanhar o bastão do poder apenas por motivos de cansaço. Como digo muitas vezes, não são os partidos da oposição que ganham as eleições, mas os do governo que as perdem. E então, não resta outra solução senão convidar  o chamado partido da alternância a tomar conta da administração.
 
Tudo muito rotineiro, sem genica nem capacidade para tirar o país da cepa torta.
 
No outro caso, a justeza de certas reivindicações sociais, tem que se reconhecer. Mas sem alternativa, um pacote de propostas muito virado para o passado. A linguagem de outrora a reflectir um mundo que já passou. Faz um bocado de pena. E traduz bem o desespero de alguns dos nossos concidadãos, que não conseguem sair das dificuldades sociais em que se encontram. Dificuldades que são cada vez maiores. E que dizem respeito a um número crescente de cidadãos.
 
Uma vez mais aparece a imagem de um beco económico, social e político. Sem saída, como todos os becos.
 
Estamos um bocado num pântano, como diria certo presidente francês, há um ano atrás. Falava da França, e' verdade. Que diria se conhecesse a situação em que os portugueses se encontram?
 
publicado por victorangelo às 22:20

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