Portugal é grande quando abre horizontes

09
Set 08

Gordon Brown tem vindo a perder popularidade. A questão entrou agora numa fase mais crítica, com personalidades importantes do seu próprio partido a pedirem`a luz do dia a sua substituição como líder.

 
Quando, em meados do ano passado, se tornou primeiro-ministro tinha uma quota de credibilidade alta.
 
Perdeu-a rapidamente, por não saber comunicar com os eleitores e os media.  Em política a falta de empatia com o público, o silêncio prolongado,  ou a má comunicação são fraquezas que levam `a perda do artista.  São deficiências fatais.
 
 Aos problemas da comunicação, juntou-se a incapacidade de apresentar uma visão clara do que pretendia atingir a médio prazo, o não querer aceitar que cometera erros, quando de facto os havia cometido, e também o facto da economia da Grã-Bretanha ter entrado numa fase de crescimento muito débil, com derrapagens inflacionistas, custos elevados no crédito `as famílias, e um aumento da insegurança em certas partes do território nacional.
 
A tudo isto, junta-se a vontade de mudança, que o eleitorado sempre acaba por manifestar, após vários anos de governo do mesmo partido.
 
Convém pensar nas lições que se podem tirar dos infortúnios dos outros.
 
publicado por victorangelo às 21:51

In and around Farchana, in the Ouaddai Region of Eastern Chad, there are four refugee camps, with a total of 87,000 people. They came from Darfur, in Sudan, the first batch in 2004 and they are still crossing in.

I spent time today listening to some of their representatives. They all would like to go back home and rebuild their lives. But they know that the Darfur situation is too complex and they might have to wait for a long while.

In the meantime, the resources to take care of them are getting thinner. Less money for food, for instance. The classrooms are too big, to save on teachers and materials, but how much can each one learn, if the class is about 150 children? Then, the women complained that they have not received any soap for the last two months. The malaria season is at its peak and there is not enough medicine.

But all in all, security remains the key issue. Outside the camps, for sure, but also inside. The national gendarmerie is doing its bit, but they lack resources, men, supervision and motivation. The local administration is well informed but there is no supporting structure, no administrative capacity to coordinate, respond or direct.

And nobody is ever brought to justice.

The deployment of the new generation of Police and Gendarmes, trained by MINURCAT, has to take place soon. Certainly before the end of the rainy season. The first group is now ready, but there is still some legal red tape to be addressed.
publicado por victorangelo às 13:27

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