Portugal é grande quando abre horizontes

18
Set 08

A escolha e' muito simples: ou se combate o crime a sério ou os dirigentes do Estado andam a apenas a fingir que o fazem, como quem brinca aos polícias e ladrões.

 

Combater o crime não e’ apenas um trabalho de polícia. Por mais dedicadas que as instituições o sejam, quer se fale da PSP ou da GNR – a Judiciaria e’ outra coisa, uma casa bem mais complexa, que requer uma análise profunda em termos de eficácia e de ética --, a prevenção e acção policial são apenas uma faceta da luta contra a criminalidade.

 

A outra faceta tem que ver com a eficiência do sistema de justiça. Se um individuo e' preso hoje, para ser solto amanhã, ou ser alvo de um processo penal que de tão atabalhoado que e’, acaba na absolvição técnica do acusado e na condenação do Magistério Público, que combate ao crime e’ este?

 

Sem uma justiça com meios humanos e materiais como deve ser – os meios são a questão fundamental, mas não só --, com uma maneira moderna de fazer as coisas, sem preconceitos do passado,  a equação não estará completa e o crime continuará a florescer.

 

Polícia e Justiça são as duas faces da segurança dos cidadãos.

 

 

publicado por victorangelo às 00:45

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