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Vistas largas

Crescemos quando abrimos horizontes

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Viagens à volta da política

 

Na última semana, tem sido um rodopio de viagens. Sábado passado, em Asmara. Depois, Abéché e N'Djamena. De seguida, Paris e Nova Iorque. Agora, Londres.

 

Tudo `a procura de soluções para uma crise onde, como sempre, são a falta de juízo dos dirigentes e de boa liderança que impedem o acordo e a solução.

 

Ontem, o Conselho de Segurança, no meio destas viagens, tratou-me bem. Reconheceu os esforços feitos. E pediu mais. Mas, que fosse sem prejuízo do envio de uma força de paz para a Somália, que e' a nova preocupação, ao lado do pesadelo que são o Chade e o Sudão. O Darfur, muito especialmente.

 

Mas quem quer ir para a Somália?

 

Como nota final, acabo por pensar que olhar para Portugal, ao voar de aeroporto para aeroporto, parece tão fora das rotas do mundo.

 

 

 

 

 

 

Os media e a politica, ou o conto do papagaio

 

Ralph Nader, o eterno candidato verde, queixou-se ao seu papagaio, que ninguém o ouve, os media não lhe prestam qualquer tipo de atenção, a sua campanha para a eleição presidencial norte-americana é pura e simplesmente ignorada.
 
Quem está nas margens da vida política pouca atenção atrai. Ou quem tenta entrar na política, para renovar as gerações de políticos, e trazer um pouco de ar fresco, encontra a barreira dos media.
 
Os grandes meios de comunicação social colam-se aos senhores do poder e do espectáculo. Fecham-se a quem não pertence ao círculo da classe dominante. A quem esta' fora da teia de interesses que se foi tecendo com o tempo.
 
Em Portugal é a mesma coisa. O espaço público é sempre preenchido pelos mesmos. Sem haver aberturas.
 
Meus senhores, vai ser necessário adquirir um papagaio... 
 
 

Combater o crime, ou brincar aos polícias e ladrões

A escolha e' muito simples: ou se combate o crime a sério ou os dirigentes do Estado andam a apenas a fingir que o fazem, como quem brinca aos polícias e ladrões.

 

Combater o crime não e’ apenas um trabalho de polícia. Por mais dedicadas que as instituições o sejam, quer se fale da PSP ou da GNR – a Judiciaria e’ outra coisa, uma casa bem mais complexa, que requer uma análise profunda em termos de eficácia e de ética --, a prevenção e acção policial são apenas uma faceta da luta contra a criminalidade.

 

A outra faceta tem que ver com a eficiência do sistema de justiça. Se um individuo e' preso hoje, para ser solto amanhã, ou ser alvo de um processo penal que de tão atabalhoado que e’, acaba na absolvição técnica do acusado e na condenação do Magistério Público, que combate ao crime e’ este?

 

Sem uma justiça com meios humanos e materiais como deve ser – os meios são a questão fundamental, mas não só --, com uma maneira moderna de fazer as coisas, sem preconceitos do passado,  a equação não estará completa e o crime continuará a florescer.

 

Polícia e Justiça são as duas faces da segurança dos cidadãos.

 

 

Portugal, cena de crime

Cada vez que a PSP ou a GNR lançam uma operação de controlo de certos lugares públicos, são apanhados dezenas de indivíduos em situação ilegal ou com casos criminais 'as costas.

 

Cada lançamento de rede, traz peixe de todo o tipo e em muitos casos, pescado do grosso e feio.

 

Da' a impressão que o crime se generalizou, que as actividades ilegais estão a fazer viver muita gente. E' como se o país se tivesse transformado, em muitas áreas, num cenário de crime.

 

Esta realidade, que e' indesmentível, levanta questões fundamentais sobre a saúde social e ética da sociedade portuguesa.

 

 

In New York City

After a very long trek, I am today in the city that never sleeps but where the economy is a little under stress, not sleepy, it is true, but not so vibrant.

Many people on the streets, more than ever, one gets the impression, but that is certainly just a feeling, but less shoppers in the big stores. It is quieter there than in the streets. That's more than an impression, I am afraid...

Also, today is the second day after the demise of Lehman Brothers, and the status of the economy is present in many minds. So much so, that the President decided to cancel a statement on the crisis he was scheduled to make...It is worrisome...

But New York remains a city for the young.

Banca fora de controlo

A derrocada do banco Lehman Brothers e a crise profunda de Merrill Lynch, e há algum tempo atrás, ao nosso nível bem mais modesto, as manobras 'a volta do BCP, mostram que aos bancos centrais se demitiram há já algum tempo das suas funções de supervisão bancária.

 
Deixaram-se ultrapassar, levaram a filosofia do mercado ate' ao extremo, tudo combinado com uma ganância sem limites, por parte de alguns corretores, de investidores com engenho financeiro, de banqueiros sem qualquer tipo de princípios éticos.
 
E' altura de voltar a pensar no papel do estado na protecção das poupanças das famílias.
 

Zimbabwe, um grande passo em frente

Para quem conhece bem a crise profunda que o Zimbabwe atravessa, desde 2000, o acordo de hoje e' certamente um passo importante, que convira' acompanhar, 'a medida que os resultados o justifiquem. Gradualmente, primeiro, mas depois com grande empenho. Nessa altura a Europa nao podera' dizer "nao".

A economia, meus senhores

Em Portugal, as questões centrais, na área económica, são bem claras: primeiro, diversificar a economia; segundo, promover a criação de empregos; terceiro, aumentar o rendimento das famílias.

 
Estas deverão ser, hoje mais do que nunca, as grandes preocupações da liderança portuguesa, quer dos que estão no governo, quer dos que fazem oposição.
 
Precisa-se de um bom diagnóstico dos problemas, não de slogans demagógicos 'a la Aveiro, como as portas do arrebatamento o fizeram ontem. Quer-se um debate nacional, que reúna associações de empregadores, confederações sindicais e líderes políticos e sociais. Não chegam os grupos de reflexão, que por mais que se estiquem, acabam por ter um cunho meramente partidário, sem novas fronteiras.
 
Do debate alargado deveriam surgir propostas para uma nova estratégia económica nacional, que tenha em conta as nossas capacidades e as vantagens comparativas que podemos valorizar.
 
A formação profissional, um dos pilares do nosso desenvolvimento, e que tem tido um tratamento sem rumo, ao sabor de subsídios e compadrios institucionais, com grandes suspeitas de corrupção, seria então definida com base nas áreas estratégicas identificadas.
 
A simplificação administrativa seria igualmente pensada tendo em conta a necessidade de simplificar a burocracia ligada ‘a actividade económica.
 

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