Portugal é grande quando abre horizontes

20
Out 08

Um dos meus colegas, que gosta de falar comigo sobre a economia, disse-me que uma sua cunhada e um certo número de outros empregados da mesma firma farmacêutica internacional, estabelecida há vários anos em Portugal, haviam sido notificados hoje de que iriam perder o emprego, devido ao abrandamento da procura.

 

Depois li que o director-geral do BIT (Bureau Internacional do Trabalho) prevê um acréscimo de mais de 20 milhões de novos desempregados em 2009, como resultado da crise económica que muitos países atravessam.

 

Falei, ao fim do dia, para a Bélgica. Na conversa, disseram-me que a multinacional Acelor Mittal, da indústria do aço, vai colocar centenas de trabalhadores da sua fábrica de Gand numa situação de desemprego parcial, dois dias por semana, por falta de encomendas.

 

Perante estes factos e outros, por que será que os nossos políticos, ao discutir o orçamento do Estado para 2009, não colocam as questões do emprego no centro do debate? Será que não vêem o problema?

 

O desemprego esta' a entrar-nos em casa, meus senhores.

 

 

publicado por victorangelo às 23:27

Numa altura de crise económica, em que e' preciso mais produção e expandir o sector dos serviços, incentivar a criatividade e promover o espírito de empresa e de empreendimento, certos senhores da política falam apenas do papel acrescido do estado, como se houvesse serviço público sem haver primeiro e acima de tudo uma economia produtiva, criadora de riqueza e capaz de gerar impostos.

Ja' viram alguma economia que responda 'as necessidades das pessoas e esteja assente, ao mesmo tempo, no principio de " mais estado, mais funcionários públicos"?

 

 

publicado por victorangelo às 23:06

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