Portugal é grande quando abre horizontes

27
Fev 09

 

Em Portugal, começou hoje o XVI Congresso do PS. Com os repórteres a perguntar se o alegre destes tempos, e poeta de sempre, estaria ou não presente, como um espinho em Espinho.
 
E falou a Senhora Chefe do PSD sobre as habituais coisas sem importância, mas com aquele ar zangado de quem esta' a ser confrontado com o anunciado fim do mundo.  E com um estilo que faz inveja a um cangalheiro profissional.
 
Houve mais sobre o Freeport, com três senhores da judiciária a dizer que o processo que não andou quase nada em quatro anos de investigação afinal fartou-se de andar. Deve ter sido um movimento do tipo parado, para não fazer enjoar o Chefe.
 
Por aqui, e' tudo mais simples. Por volta das cinco da tarde levantou-se um pó fino -- não o Fino a quem a Caixa Geral de Depósitos gosta de fazer favores-- que fechou os céus e nos entrou na boca, no nariz, nos secou a respiração e deixou a língua a saber a sujo. Uma irritação.
 
Felizmente que houve, ao cair da noite, a bela festa de condecoração dos 18 oficiais de polícia de Madagascar que comigo trabalham. Apresentaram-se no seu melhor uniforme, explicaram-nos um pouco da vida da ilha, com orgulho e esperança que a crise política actual se resolva rapidamente.  Um deles tem um apelido com mais de trinta letras. Foi um divertimento amistoso tentar pronunciar esse nome de família.
 
 
publicado por victorangelo às 22:06

 

O meu texto da VISÃO desta semana, que foi para as bancas ontem, começa com este parágrafo:
 
" No domingo, quando os dirigentes dos Estados membros se reunirem em Bruxelas, a título informal, será como ir à missa dos cardeais. Os pecadores mostrar-se-ão arrependidos das tentações proteccionistas em que caíram recentemente. A profissão de fé, nuns mais sincera, noutros apenas de fachada, como acontece com todas as crenças, continuará a estar centrada na União Europeia. Por isso, em guisa de arrependimento, aprovarão uma grandiloquente declaração contra o proteccionismo. Prometerão não voltar a cometer os mesmos pecados de nacionalismo económico, sobretudo na forma de subsídios às grandes empresas de produção automóvel."

 

 

O texto argumenta sobre a deriva nacionalista em que a Europa se encontra.

 

publicado por victorangelo às 21:13

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