Portugal é grande quando abre horizontes

24
Mar 09

 

Estamos em Março, mal saídos do Inverno, e já aparecem incêndios florestais por toda a parte. É uma vergonha nacional, um indicador forte da incompetência dos poderes políticos, um deixar andar que tem a figura de um crime de negligência, de falta de protecção do património nacional.

 

Não podemos aceitar que o país continue a arder. Temos que ir à raiz do problema e ter a coragem de tomar decisões. Não aceitamos desculpas de quem não tem unhas para tocar a viola pública. Precisamos de ver executadas as medidas, que são conhecidas, que impedirão que Portugal continue a arder.

 

Chega de preguiças políticas, de indiferenças, de medos e de falta de consciência nacional. E de subdesenvolvimento intelectual.

 

publicado por victorangelo às 21:44

 

 

Uma vez terminada a leitura dos comentários e opiniões sobre os eventos do dia --a agenda internacional, que é o meu ganha-pão --, fico com a impressão que falta o atributo da serenidade. A tendência é para se ser pouco sereno. Prima a escrita intempestiva, como se a brutalidade e a falta de equilíbrio dessem mais peso ao argumento.

 

Sem serenidade, não há maneira de discernir e encontrar a solução.

publicado por victorangelo às 10:49

 

Copyright V. Ângelo

 

Num mar de raparigas sudanesas refugiadas em terras vizinhas, e bem fora da alegria do momento, que as alegrias não fazem parte do quotidiano de quem vive no exílio, a menina do meio tem um maneira de ver diferente. Olha para a câmara, segue os passos do estranho visitante, pois convém estar atenta a tudo o que as rodeia.

 

O mesmo acontece com a criança que aparece por detrás do ombro. Mais jovem, mas igualmente atenta. Com uma feição de quem já viveu muitos medos.

publicado por victorangelo às 10:35

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