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Vistas largas

Crescemos quando abrimos horizontes

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Crescemos quando abrimos horizontes

Portugueses estreitinhos

 

Já aconteceu várias vezes. Conheço um certo número de casos. Portugueses que ocupavam lugares de alguma importância em organismos internacionais e que foram forçados a sair por colegas e superiores hierárquicos, que haviam ficado em Lisboa. Pensaram, os que não haviam ido além do Terreiro do Paço, que fazendo regressar os que estavam lá fora, seria possível que outros portugueses ocupassem os lugares deixados vagos.

 

A verdade é que esses cargos passaram pura e simplesmente para o controlo de outros países.

 

Que motivos estarão na base destas decisões, que acabam por prejudicar os interesses de Portugal? Ingenuidade? Provincianismo? Acanhamento mental? Falta de pragmatismo? Partidarismo cego? Ou, prosaicamente, pura inveja?

 

 

Homens do passado

 

Mário foi ao Porto apoiar Vital. E explicar dois pensamentos muito originais.

 

Primeiro, que quem foi às Lajes ao encontro de W., não tem condições para continuar em Bruxelas. "É um homem do passado."

 

Segundo, que "o projecto europeu [deve ir] rumo a um capitalismo regulado e corrigido, socialista e democrata."

 

Vital assenta. Com o "passado" e com o "capitalismo socialista."

 

Existem aqui várias confusões. Primeiro, é importante para Portugal ocupar a Presidência da Comissão. Segundo, o actual Presidente tem representado a imagem de Portugal com grande dignidade. Terceiro, tem desempenhado um papel inovador, arejado, esforçado e  sério. Quando as condições na Europa e no Mundo são de grande complexidade. Quarto, as políticas e opções que tem apresentado aos Estados Membros e à Comissão têm sido inspiradas por fortes considerações sociais. Com um grande espírito de abertura e inclusão. Quinto, não marginalizou as questões ecológicas. Sexto, tem mantido uma excelente relação com os dirigentes das nações europeias e não só. Mais, tem desenvolvido a sua capacidade de escutar, de prestar atenção a opiniões diferentes. Finalmente, não se crê perfeito.

 

A tirada do Porto, neste contexto, é mero primarismo partidário. Mas que pode fazer mal aos interesses de Portugal.

 

 

 

 

 

 

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