Portugal é grande quando abre horizontes

23
Abr 09

 

 

A verdadeira face da crise traduz-se nos números crescentes do desemprego. Cada número esconde uma pessoa e em cada pessoa esconde-se um drama.

 

Uma política de combate à crise passa, antes de tudo, pelo incentivo à manutenção dos postos de trabalho e pela formação profissional para novos tipos de emprego. Só que, neste momento, não se entende qual é a política de emprego do governo. Qual é a estratégia. Apenas se observam reacções após os acontecimentos, uma reposta a reboque da crise. Sem capacidade de antecipação.  

 

Os centros de emprego e formação profissional são, por outro lado, buracos sem fundo, de funcionários afogados na sua própria inaptidão funcional. Um desespero, para quem tem que lidar com eles.

publicado por victorangelo às 22:01

 

O assunto em título é o tema do meu texto desta semana na VISÃO. Falo do divórcio entre Sarkozy e Barroso, das razões e das querelas. Acrescento um ou dois pontos ao debate sobre a escolha do Presidente da Comissão. Por razões de mérito e por pensar que é no interesse de Portugal, continuo a  acreditar que Barroso deve continuar em Bruxelas.

publicado por victorangelo às 18:21

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