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Vistas largas

Crescemos quando abrimos horizontes

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Crescemos quando abrimos horizontes

O desemprego e a ausência

 

 

A verdadeira face da crise traduz-se nos números crescentes do desemprego. Cada número esconde uma pessoa e em cada pessoa esconde-se um drama.

 

Uma política de combate à crise passa, antes de tudo, pelo incentivo à manutenção dos postos de trabalho e pela formação profissional para novos tipos de emprego. Só que, neste momento, não se entende qual é a política de emprego do governo. Qual é a estratégia. Apenas se observam reacções após os acontecimentos, uma reposta a reboque da crise. Sem capacidade de antecipação.  

 

Os centros de emprego e formação profissional são, por outro lado, buracos sem fundo, de funcionários afogados na sua própria inaptidão funcional. Um desespero, para quem tem que lidar com eles.

A Europa política é uma selva

 

O assunto em título é o tema do meu texto desta semana na VISÃO. Falo do divórcio entre Sarkozy e Barroso, das razões e das querelas. Acrescento um ou dois pontos ao debate sobre a escolha do Presidente da Comissão. Por razões de mérito e por pensar que é no interesse de Portugal, continuo a  acreditar que Barroso deve continuar em Bruxelas.

O novo Provedor de Justiça

 

Foto Copyright V. Ângelo

 

Tendo em conta o impasse na Assembleia da República, com cada partido a propor um nome, sem qualquer diálogo ou entendimento, e tendo também presente o estado da Justiça no nosso país, aqui vai a única proposta viável. Este candidato, que passa o tempo com as mãos na cabeça, que a confusão e a ineficiência do sector são fontes de grandes dores de cabeça, tem além disso a vantagem de ter olhos grandes, o que permitirá uma melhor visão da corrupção que se pratica no seio da classe política.

 

Espero que os meus leitores votem, na proporção dos dois terços exigidos, neste candidato.

 

É verdade que é de madeira, com pouca capacidade de reacção, mas a experiência mostrou que pouco ou nada se deve esperar do Provedor de Justiça em Portugal.

 

 

Onda política

 

Na política portuguesa, o nível da discussão e a substância dos diálogos são fracos,  o que tende a puxar os intervenientes, mesmo os ocasionais, para baixo. A preocupação, ao intervir, é a de não nos deixarmos arrastar pela onda geral. Não cair na ratoeira da preguiça intelectual, da observação rasteira, da personalização das questões, da graçola fácil.

Os cabeçudos de lista

 

 

Cabeças de bonecos que não fazem política.

 

 

Este cabeça dourada é o cabeçudo primeiro de que lista de candidatos? Dos que aparentam sinais exteriores de riqueza embora declarem como rendimento apenas o salário mínimo?

 

 

Fotos Copyright V. Ângelo

O moço de recados

 

O discurso do Presidente da República de 17 de Abril, na altura da abertura do 4º Congresso da Associação Cristã de Empresários e Gestores, vale a leitura. É franco e claro, não um somatório de recados como o outro senhor o quer fazer crer, fala do Portugal das injustiças, dos problemas estruturais,  da necessidade de uma política de verdade, solidária e que promova a coesão social.

 

O moço de recados não gostou. É que a franqueza não dá muito jeito em matérias de política partidária. Para um partido de poder, tudo tem que ser rosa e brilhantemente positivo

O Teatro das Velhas Raposas

 

Na política, o que parece é.  Mas, as verdadeiras razões são sempre outras, escondidas por detrás do teatro e das palhaçadas. A televisão é, por si só, um convite ao espectáculo enganoso.

 

Não convém perder de vista estas verdades, nem mesmo quando se está perante as mordidelas secas das velhas raposas.

Nice and warm, bem quentinho

 

 

São 23:00 horas. A temperatura no meu jardim, aqui na minha cidade de N'Djaména,  esta' na casa dos 36 graus. Na minha sala de estar, tenho 43.

 

Quem se pode queixar, nestas terras, de que o preço do aquecimento central esta' pelas horas da morte? Nesta cidade, morre-se de calor a um preço muito acessível. São terras em que morrer sai barato.

 

Os piratas do Golfo de Aden, de quem falo na Visão on line desta semana, têm pelo menos a brisa do mar a seu favor. Vejam, por favor

 

http://aeiou.visao.pt/piratas-e-preconceitos=f504842

 

Enjoy the breeze!

 

 

Dois pesos, duas medidas

 

 

 

Fotos Copyright V. Ângelo

 

Estive dois dias nos Camarões, para consultas sobre questões de segurança regional na África Central. As fotografias mostram o centro de Yaoundé.

 

Yaoundé, a capital política dos Camarões, é uma cidade de colinas verdes, perdida no meio da floresta equatorial e do mato da corrupção que reina nas classes dirigentes do país.

 

Os Camarões são terra fértil, de gente empreendedora e muito trabalhadora. Foram, no final dos anos setenta, um exemplo de progresso económico, mas estão hoje presos numa relação de má governação, com a antiga potência colonial e outros membros da comunidade internacional muito dispostos a fingir de cegos.

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