Portugal é grande quando abre horizontes

08
Jun 09

 

Antes de sair de Entebbe, tive conhecimento dos resultados das eleições europeias. Bem como da morte do Presidente do Gabão, depois de mais de quarenta anos no poder. Um presidente com quem trabalhara no final dos anos setenta. Sem grande sucesso, aliás, que o homem não se conformou com os resultados do censo da população. Como poderia um presidente de um país com pretensões de riqueza aceitar que a população não chegasse pelo menos à casa do milhão. Ora, o número que eu tinha em cima da mesa era apenas ligeiramente acima dos setecentos mil...

 

No nosso pequeno mundo, olhando agora para a nossa presunção, o partido que conseguiu apresentar um cabeça de lista que deu um certo ar de seriedade à política colocou-se à frente. O eleitor votou pela moderação e seriedade.

 

A escolha que o PS fez como candidato, o professor de Coimbra que com o tempo acabou por mostrar que não sabe fazer política, foi um erro. O PS pagou a factura. Continuar a insistir no mesmo discurso, como parece ser o que foi anunciado pelo senhor primeiro-ministro, só vai agravar a situação. Se o PS insiste na mesma via, não é apenas a  conta que terá de ser paga.  O preço vai ser alto e a bancarrota do partido do governo vai ser o resultado final.

 

 

 

 

publicado por victorangelo às 21:24

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