Portugal é grande quando abre horizontes

19
Mai 10

 

Sopra um vento estranho nas esferas bancárias portuguesas. Estamos numa situação que parece indicar um divórcio de fazer partir os móveis e a loiça, nesta relação tão complexa que é a dos bancos com o poder.

 

Quando isto acontece, as crianças entram em pânico e os vizinhos escondem-se por detrás das cortinas.

 

Para aumentar a confusão, mais dois factos. As obrigações do tesouro, 500 milhões de euros, que o governo colocou no mercado hoje, venderam-se bem. Um sinal positivo, diriam os especialistas das finanças internacionais. Por outro lado, a conversa no meu banco era, esta manhã, sobre a moção de censura que o PCP quer ver votada na Sexta-feira. Percebi um certo entusiasmo pela censura, entre os banqueiros. Estranho.

publicado por victorangelo às 22:14

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