Portugal é grande quando abre horizontes

07
Ago 10

Continuo a minha descoberta de um lado e do outro da fronteira. Como também continua, em Portugal, a saga triste da acusação pública, a procuradoria da república, que tem elementos que estão mais preocupados com questões de protagonismo e de imagem nos media do que com a isenção da justiça. São procuradores mais políticos do que objectivos. Disponíveis para fazer favores a quem manda.

 

Estão no sítio errado. Deveriam ser obrigados a sair da justiça e bater-se na frente partidária. A agir abertamente nos partidos de quem são tão amigos.

 

E os senhores do governo continuam a fingir que não vêem. A manter uma serenidade de estátua de pedra de granito perante uma problemática que diz respeito a uma função essencial do exercício do poder do Estado.

 

Convém-lhes. É que muitos anos de poder da mesma matiz deram para fazer entender aos senhores da acusação pública que é conveniente ser dócil para com o poder estabelecido. Faz bem às carreiras e à tranquilidade das suas vidas.

 

No Zimbabwe e no Chade, por exemplo, também é assim.

publicado por victorangelo às 22:03

twitter
Agosto 2010
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5
6
7

8
9





subscrever feeds
<meta name=
My title page contents
mais sobre mim
pesquisar
 
links
blogs SAPO