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Vistas largas

Crescemos quando abrimos horizontes

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Crescemos quando abrimos horizontes

Sucesso exemplar

Agora com as cimeiras, que houve várias, não apenas a da NATO, por detrás das costas, pode-se respirar fundo e ter um Domingo mais descansado.

 

O governo, através do gabinete do Primeiro-Ministro, dos Negócios Estrangeiros,  da Administração Interna, da Defesa, foi exemplar na maneira como organizou todos os aspectos relacionadas com a presença em Lisboa de gente muito poderosa. Tudo isto numa situação de alto risco. As forças de segurança, o protocolo de Estado, os diplomatas, os militares, os profissionais civis que apoiaram os participantes, enfim, todos os que estiverem, de perto e de longe, empenhados nas cimeiras de ontem e hoje, contribuíram para dar uma imagem eficiente e moderna de Portugal.

 

Ainda bem que assim foi. Até deu para esquecer as nossas politiquices quotidianas. Pelo menos, até Segunda-feira. Depois, descemos à terra.

Um dia de prestígio para Portugal

O primeiro dia da Cimeira da Nato correu bem. Boa organização, excelentes condições de trabalho, delegações satisfeitas, encontros com as autoridades portuguesas, cordiais. As forças policiais e o protocolo de Estado fizeram um trabalho de grande qualidade. E os cidadãos compreenderam que, nestas ocasiões, quanto mais longe se fica da confusão, melhor.

Militares, para que servem?

O meu texto na revista Visão, que hoje foi publicada, tinha que ser necessariamente sobre a guerra e a paz. A Cimeira da NATO "oblige"...

 

A pergunta que atravessa muitas cabeças, mesmo as de gente com sérias responsabilidades públicas, é sobre a utilidade, na Europa do Século XXI, dos militares. O artigo foi construído à volta desta questão.

 

Pode ser lido aqui:

 

http://aeiou.visao.pt/as-armas-da-paz=f579540

Singapura

O diário de Singapura "Straits Times", um dos jornais mais importantes da Ásia, abriu hoje, pela primeira vez, as suas colunas à minha escrita. Na edição impressa e on-line.

 

O meu texto inaugural pode ser lido no seguinte link:

 

http://admpreview.straitstimes.com:90/vgn-ext-templating/v/index.jsp?vgnextoid=0ef624266255c210VgnVCM100000430a0a0aRCRD&vgnextchannel=0162758920e39010VgnVCM1000000a35010aRCRD

O cerco

Todos os dias aparece uma declaração política que aperta um pouco mais o laço. Hoje foi a vez do ministro belga das finanças, enquanto presidente em exercício do ECOFIN, a conferência dos ministros europeus dessa pasta. O cerco fechou um pouco mais o pouco espaço que ainda pensamos que resta.

NATO, nada

NATO, só se fala da NATO, aqui por estas bandas. Certos nomes sonantes do nosso comentário público têm dito barbaridades sobre o assunto, mostrando bem que gostam de falar do que está na moda, mesmo sem saber nada sobre o assunto. E os jornalistas que temos bebem essas palavras com o gosto de quem não conhece coisa melhor.

Andam todos aos desabafos

Tenho a vaga impressão que há, neste momento, em Portugal, gente a mais a fazer declarações aos jornais, quando o momento exige ponderação. Tem havido, nestes últimos dias, uma série de equívocos, de entrevistas e desabafos públicos, que só complicam.

 

As pessoas estão a ficar, com tudo isto, cada vez mais confusas. Não se terá um mínimo de noção dos perigos que essas palavras soltas podem acarretar para o país?

Fazer das tripas coração

O Instituto Português de Relações Internacionais (IPRI), da Universidade Nova de Lisboa, e o Centro de Investigação dos Direitos Humanos, da Universidade do Minho, acabam de promover a constituição de um grupo de trabalho sobre "Portugal no Conselho de Segurança da ONU". Reuniram alguns dos melhores investigadores em política internacional, disponíveis no nosso país, bem como algumas personalidades de reconhecida experiência em matéria de relações internacionais e do funcionamento da ONU.

 

O objectivo é ajudar a definir, em estreita ligação com o Ministério dos Negócios Estrangeiros, mas de uma maneira independente, as linhas estratégicas que poderão orientar a intervenção de Portugal no Conselho, durante o biénio 2011-2012.

 

Este é um modo de trabalhar positivo, que procura reunir gente conhecedora e responsável, e apoiar assim um desígnio que interessa ao posicionamento de Portugal no mundo.

 

A primeira reunião do grupo terá lugar no princípio desta semana. Matéria a seguir.

G20 ou muito menos?

A Cimeira do G20 viu a China ao ataque e os EUA à defesa. Estava previsto o contrário.

 

O Presidente americano tinha a intenção de mobilizar apoios para forçar a China a baixar o nível de controlo da sua moeda. Mas não conseguiu. Acabou por ter que justificar a recente emissão de novos dólares - 600 mil milhões, sob a designação de Quantitative Easing. Esta medida está a ser vista pelos outros membros do G20 como uma desvalorização indirecta do dólar, para tornar a economia americana mais competitiva, de um modo artificial.

 

O Presidente Obama esteve em Seul, mas as suas preocupações continuaram focalizadas na situação interna dos EUA. Ou seja, desta vez não desempenhou o papel de líder global que havia assumido anteriormente. E assim vai continuar a ser, enquanto não houver um clima político mais favorável na frente interna, junto do eleitorado americano.

 

Entretanto, as grandes questões dos desequilíbrios económicos entre os Estados do G20 e da estabilidade cambial ficaram à espera da próxima reunião.

 

 

Cimeiras e ansiedades

O dia começou, como sempre, do outro lado do mundo. Só que desta vez, foi com a Cimeira do G20, em Seul. Uma reunião sem muito ânimo, o que não impediu a aprovação de um comunicado final, com vinte e três páginas. O trabalho dos "Sherpas", os assessores que preparam estas coisas, foi mais produtivo do que o dos seus chefes. Mesmo assim, ainda houve espaço para tentar convencer os participantes a dar um segundo mandato a Ban Ki-moon. 2011, lá para Outubro, vai ser o momento de eleger um novo SG para a ONU. Os Coreanos procuraram aproveitar a estada de gente tão influente na sua capital para dar a entender, de modo claro, que continuam a apostar no seu homem.

 

Depois, soube-se em Moscovo que um Coronel, patrão da secção americana da espionagem exterior, o Departamento S, como é conhecida a secção, no Serviço Federal de Segurança, se tinha passado para o lado americano. Foi ele quem revelou os nomes dos onze espias que haviam sido presos em finais de Junho, nos EUA. Ainda bem que o fez, pois permitiu à indústria da imagem e da coscuvilhice descobrir a bela Anna Chapman. O problema é que os dirigentes russos não acharam graça a essa transparência do Coronel. Agora anunciaram que Vladimir Putin já encomendou a execução, se o apanharem, desta personagem estranha, de nome impronunciável e em paradeiro incerto.

 

Este anúncio de que cá se fazem cá se pagam surge num momento muito oportuno. Dentro de dois dias, os Presidentes Obama e Medvedev têm uma cimeira bilateral em Yokohama, no Japão. E estarão de novo juntos em Lisboa, falta uma semana. Nada melhor do que anunciar-se uma expedição punitiva, a ser executada talvez em solo americano, para tornar a agenda destes encontros mais atractiva.

 

Também houve uma reunião de urgência dos ministros das finanças da Alemanha, França e Reino Unido, para ver como vão responder ao agravamento acentuado da crise financeira irlandesa. Enquanto as atenções se fixam na Irlanda, folgam as costas do nosso Santos nacional.

 

Mas o mais interessante acontecimento do dia terá sido a venda em leilão de um vaso chinês do século XVIII. Londres continua a ser a capital dos leilões e o vasinho lá foi, por 43 milhões de libras. Comprado por um homem vindo de Beijing. Ou seja, o dia acabou como havia começado. No Oriente. Agora já não se pode falar do perigo amarelo. Mas de um mundo de olhos em bico, creio que sim.

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