Portugal é grande quando abre horizontes

17
Jan 11

Jantei recentemente com uma personalidade da intelectualidade portuguesa. Foi muito fácil. Não precisei de falar. O homem não se calava. Como foi a primeira vez que estivemos juntos, o sujeito deve ter pensado, após o jantar, que me havia deixado muito impressionado.

 

Hoje telefonei a outro intelectual muito conhecido. Era para discutir o apoio a dar ao MNE em matéria de Conselho de Segurança da ONU. Na continuação, aliás, da reflexão feita pelo grupo de trabalho que fora constituído em Novembro de 2010 e que já mencionei aqui. Foi muito fácil. Pouco precisei de dizer. O homem não parava de falar. Mais. Tudo o que o MNE queria, parecia-lhe errado, e tudo o que lhe interessava, porventura por paixão intelectual, que outras razoes não vi, estava longe de ser uma prioridade para Portugal e para o Conselho.

 

Somos um país de prima-donas, tudo ego, muita palha e muitos coices, muita cabeça nas nuvens, mas pouco puxar pela carroça.

publicado por victorangelo às 22:38

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