Portugal é grande quando abre horizontes

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Abr 11

A decisão, surpreendente, de Fernando Nobre, de aceitar ser candidato a deputado pelo PSD e à chefia do nosso parlamento, deixa muitas dúvidas no ar.

 

Primeiro, sobre a personalidade do interessado. O homem resolveu fazer agora o que dissera, há um mês, que não faria. Quem acreditou nele, na altura, fica agora com um amargo de boca.

 

Segundo, sobre a possibilidade de se poder fazer política fora dos partidos convencionais. O caso parece mostrar que continuamos a estar totalmente dependentes da ditadura dos partidos políticos, em que o chefe da agremiação pode e manda e não dá contas a ninguém. Até ser substituído, um dia, pelo senhor que segue.

 

Terceiro, sobre a seriedade de futuras candidaturas não-alinhadas. Nobre deu agora uma machadada na credibilidade dos independentes e dos que pensam salvar o país. Será que, afinal, são todos uns meros oportunistas?

 

Quarto, sobre a capacidade de discernimento de quem o quer propor como cabo-maior da Assembleia da República. 

 

Quinto, sobre a minha capacidade de entender os políticos portugueses. De facto, não os entendo. Será por ter, toda a minha vida, jogado num outro campeonato?

publicado por victorangelo às 20:53

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