Portugal é grande quando abre horizontes

01
Jun 11

Viajo frequentemente em companhias semelhantes à TAP. Na maior parte das vezes noto duas coisas: primeiro, que o pessoal de cabine dessas companhias é, em média, menos numeroso que no caso da TAP; em segundo lugar, que têm, em geral, uma atitude mais profissional, com um grau de empenho mais notório, mais passagens na cabine e maior sentido de serviço. 

 

Isto em classe económica.

 

Na secção executiva, surge uma outra diferença. O pessoal da TAP tem uma atitude mais subserviente do que os seus colegas de outras companhias. Não convém confundir subserviência com atenção ao passageiro e qualidade. É a vénia perante os que parecem ter algum poder, uma vénia bem portuguesa.

 

O anúncio hoje de 10 dias de greve em Junho e Julho vem lembrar-nos uma outra característica da TAP: a irresponsabilidade dos seus dirigentes sindicais. Uma greve dessa amplitude, decidida por se ter retirado um membro do pessoal de cabine por voo, é um atentado contra a sobrevivência da companhia e um golpe muito sério na credibilidade internacional de Portugal, numa altura de crise profunda. 

 

Só falta acrescentar: haja juízo!

 

 

 

publicado por victorangelo às 22:38

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