Portugal é grande quando abre horizontes

02
Jun 11

 

 

 

 

Na Visão, que hoje saiu à rua, escrevo de novo sobre a União Europeia.

 

O objectivo é o de ultrapassar as ideias feitas e superficiais, que aparecem na nossa comunicação social. Procuro abrir uma reflexão mais séria sobre as contradições actuais do projecto europeu. Um projecto que sofre das diferenças existentes entre os níveis de desenvolvimento dos estados membros e da capacidade de cada um em responder aos desafios da globalização. Sem contar que as mutações sociais são sentidas de modo diferente em cada país - a emigração é uma dessas mutações - e provocam, por isso, reacções distintas e respostas díspares.

 

A verdade é, também, que a Comissão Europeia não tem sabido desempenhar o papel de coordenação que lhe cabe. Temos uma Comissão que se habituou a ter medo de certos líderes nacionais. Fraca perante os fortes, forte perante os fracos. Assim é a liderança de Bruxelas.

 

Espero que se entenda que apontar o dedo a Ângela Merkel ou aos finlandeses não é suficiente para entender a crise actual.

 

O texto está disponível on-line:

 

 

 

http://aeiou.visao.pt/contradicoes-comunitarias=f605777

publicado por victorangelo às 17:46

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