Portugal é grande quando abre horizontes

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Jul 11

Muitas empresas estão a operar em combustão lenta, devido a quebras importantes na procura dos bens e serviços que oferecem. O mercado interno, não haja ilusões, está cada vez mais frouxo. Ora, muitas delas têm condições para exportar mas ninguém as ajuda, aconselha ou orienta. Sem uma alavanca oficial, na fase de arranque, a maioria das empresas não chega lá.

 

As embaixadas não fazem o trabalho político que poderia facilitar a abertura de mercados e os agentes exteriores da AICEP - Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal - não têm meios nem coordenação suficiente com os nossos representantes diplomáticos. Também não têm uma orientação política apropriada.

 

Sem um esforço excepcional na área do comércio externo, não vamos sair da espiral descendente. 

 

Infelizmente, não se ouve ninguém falar da necessidade de repensar o nosso potencial de exportação, de definir políticas, prioridades, responsabilidades, metas e recursos. Alguns consideram, com grande ingenuidade, que se trata, simplesmente, de colocar a AICEP sob a tutela do PM ou do ministro adequado, mais ou menos sénior. Santa ignorância, como de costume.

 

Temos que elevar a voz.

 

publicado por victorangelo às 21:38

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