Portugal é grande quando abre horizontes

19
Jul 11

Recebidos no estrangeiro, os sinais vindos de Portugal, do novo governo, e já era assim no final de vida do anterior, são de que tudo pode acontecer, que continuam a existir zonas de sombrias, por esclarecer, de que novas medidas podem vir a ser tomadas, taxas e impostos, que não estavam previstos, mas que são agora criados, da noite para o dia.

 

Quem investe não gosta de surpresas fiscais, nem trabalha ao sabor do vento, ao dia-a-dia. A economia internacional prefere cenários claros, previsíveis, por muito duros que sejam. Também não gosta de indícios que possam revelar falta de serenidade, sujeição a pressões vindas de grupos de interesses ou do populismo reinante. Os portugueses que vivem fora do país, que contribuem com remessas e outras aplicações, também não querem ver aparecer medidas soltas, que possam assustar quem estaria disposto a fazer um esforço suplementar.

 

Não sei como dizer isto de outra forma. Mas a verdade é que Portugal precisa de dar a imagem de um país que tem um rumo, um plano e uma liderança capaz de manter o interesse nacional acima de tudo. As condições políticas existem para que isso possa acontecer. Vamos, então, dar um pouco mais de tempo ao tempo, para ver onde param as modas e qual o estilo de governação que vai primar.

 

 

publicado por victorangelo às 17:48

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