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Vistas largas

Crescemos quando abrimos horizontes

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Crescemos quando abrimos horizontes

Métodos policiais

Os tumultos e as pilhagens que se têm verificado, nos últimos dias, em Londres e noutros centros urbanos do Reino Unido, mostram que é preciso repensar as tácticas da Polícia britânica.

 

A Polícia está muito bem equipada em termos de câmaras electrónicas, de investigação e inteligência, mas não tem preparação suficiente em matéria de violência urbana, quando esta é perpetrada por bandos com grande mobilidade e muita agressividade. Também precisa de rever as regras de utilização da força, de modo a dar mais poder de intervenção aos agentes que são destacados para a rua, em resposta às acções de grupos violentos. 

 

A definição do que se deve entender por acções preventivas e de desencorajamento também precisa de ser actualizada.

Mais uma vez, a serenidade

Esta escrita fechou para um fim-de-semana prolongado numa das aldeias do Xisto. Vale a pena fazer um retiro na aldeia da Pena, entre a Serra da Lousã e os penedos de Góis. 

 

Mas voltaremos a falar disso. Das serras e das gentes, dos que ficaram, que bem poucos são e do potencial que existe em terras de grande beleza natural.

 

Regressar ao quotidiano significa voltar a ter que reflectir sobre a crise das economias mais avançadas e o risco sistémico de colapso. 

 

Espero que tenha trazido algum capital de serenidade, adquirido nas terras altas. É que, como muitas vezes o digo, sem um mínimo de serenidade não haverá saída para esta crise.

Altos e baixos

 

 

Copyright V. Ângelo

 

Foi um fim de dia mais sereno, na cena internacional. Pelo menos ao nível dos mercados financeiros. Os Sírios, os Líbios, os Afegãos, e o povo da Somália já não poderão dizer o mesmo.

 

Incompetentes e vem aí um novo tsunami

Os sintomas de uma crise económica internacional profunda voltaram, hoje, à tona de água.

 

Os investidores estão inquietos, de ambos os lados do Atlântico, e no Extremo Oriente.

 

Com o agravamento da situação na Itália e em Espanha, a União Europeia entrou num novo patamar de confusão, num processo muito sério, que pode levar à sua implosão. A incerteza é, esta noite, bem maior do que era há dois dias, quando Berlusconi fez uma declaração sem alma nem convicção ao parlamento italiano. O homem sabia do que falava. Por isso, não se arrebatou.

 

Entretanto, a maneira como as coisas vão evoluindo em Portugal também nos deixa boquiabertos.

 

A Assembleia da República começa a mostrar que muitas das novas caras não têm um mínimo de competência e de representatividade que justifique o estarem lá. Os gabinetes ministeriais estão a ir pela mesma linha e a recrutar infantes sem currículo. O Conselho de Estado, pelo seu lado, adquiriu mais uns patuscos, conhecidos pelas ideias retrógradas que defendem, pela manha que os anima e pelos desastres públicos a que estão associados.

 

Com equipas dirigentes assim, nem a umas ondas de marés vivas se consegue responder. Ora, o que aí vem, ao nível internacional, parece ser um tsunami.

Estamos todos poluídos

Os aguaceiros dos últimos dias vieram confirmar que existe um capacete de poluição que paira sobre a área da grande Lisboa. Com as chuvas, as partículas vieram abaixo. Veja-se em que estado deixaram as viaturas estacionadas na via pública.

 

O Sol voltou, o horizonte ficou limpo, cheio de cores, e a visibilidade das coisas à distância abre-nos, de novo, as vistas.

 

Vamos ver quantos dias vai durar este ar puro. 

 

Por que será que ninguém fala da poluição atmosférica que envenena o ar da capital? 

 

 

Erros, pouco movimento e a fuga para fora

Tentei proceder a um pagamento com o cartão multibanco, num restaurante. Por duas vezes, o sistema disse-me que havia erro. À terceira, resolvi pagar em dinheiro contado.

 

Decidi, depois, passar pelo meu banco. As duas operações "com anomalia" haviam, bel et bien, sido debitadas na minha conta. Ainda bem que fui controlar. Fiquei a pensar que isto deve acontecer a muita gente e uma boa percentagem nem se apercebe do problema.

 

Foi, também, interessante ver como as duas funcionárias do banco, que não estão ao balcão, mas sim sentadas à frente de secretárias, tinham tempo para atender pequenas coisas. Ou seja, fiquei, uma vez mais, com a impressão de que a minha agência, como muitas outras, pouco movimento tem, de momento, para além do balcão, das operações simples. 

 

Talvez tenha sido por isso que o Ministro da Economia disse, em sede parlamentar, à mesma hora, que se as coisas não mudam vamos todos acabar emigrados. Só espero que o cartão funcione, na altura, quando se tratar da compra do bilhete de ida.

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