Portugal é grande quando abre horizontes

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Dez 12

A Deputada (do PSD, mas isso é irrelevante neste caso que vos conto) Mónica Ferro foi a moderadora da sessão na Gulbenkian, hoje à tarde, sobre as novas parcerias entre a Europa e a África em que fui orador.

 

No final da minha intervenção, a Deputada contou uma história pessoal. Disse que depois de me ter conhecido, numa reunião do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) em Bruxelas, anos atrás, o representante para a Europa do PNUD mostrou interesse em ter um aparte com ela. Para quê? Mónica Ferro confessou, publicamente, na Gulbenkian, que o tal representante queria apenas dizer-lhe que eu era uma das personalidades que fizera a história do PNUD, tal como estava documentado num livro que conta a vida dessa organização da ONU, e que, além disso, o meu trabalho nas Nações Unidas dava muito prestígio ao nome de Portugal.

 

Devo dizer que fiquei surpreendido. No nosso país, expressões desse tipo não são a norma. Fiquei igualmente fora de jogo quando acrescentou que numa reunião do Instituto de Defesa Nacional (IDN), creio que na semana passada, Mónica Ferro mencionou o meu nome como uma referência portuguesa nas organizações internacionais.

 

Noutras circunstâncias, diria que há dias assim. Hoje, não acrescento mais nada. Falarei das relações entre a Europa e a África amanhã.   

publicado por victorangelo às 21:52

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