Portugal é grande quando abre horizontes

05
Fev 13

Nas suas memórias, Tony Blair escreve que as remodelações governamentais são sempre muito complexas e muito dadas a erros. Diz mesmo que a remodelação de 2006, a última que fez antes de sair do governo, no ano seguinte, lhe trouxe mais inimigos e problemas que amigos e apoios. Em certa medida, as memórias dão a entender que quando Blair se sentia atacado por todos os lados, o que era o caso na altura, graças nomeadamente às ambições de Gordon Brown e do seu grupo, a probabilidade de errar na escolha dos membros do governo era maior.

 

Eu acrescentaria, para além de estar de acordo com a confissão de Blair, que não proceder a remodelações ministeriais é igualmente um erro muito grave. Quando um primeiro-ministro vê, todos os dias, que um ministro é um pedregulho atado ao pescoço do governo, a puxá-lo constantemente para o fundo, e não o substitui, esse primeiro-ministro está a cometer um erro de grandes consequências. Mostra falta de faro político e pouca liderança. 

publicado por victorangelo às 21:43

Convido-vos a ler o texto que escrevi, em parceria com Marc de Bernis, antigo representante residente do Programa da ONU para o Desenvolvimento (PNUD) na Argélia. O objectivo é o de demonstrar que o Mali é diferente do Afeganistão.

 

Este é o link:
 

http://victorangeloviews.blogspot.be

 

Boa leitura!

publicado por victorangelo às 12:35

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