Portugal é grande quando abre horizontes

17
Mar 13

Os últimos dias foram de viagens e de contactos. Estou agora de volta à base. E à escrita regular. Embora não tenha ilusões sobre o impacto da minha escrita, creio que é importante continuar a reflectir com quem me lê, numa perspectiva não-alinhada e numa tentativa de procurar novas pistas.

 

Notei uma vez mais, nos dias recentes, que existe uma procura genuína de ideias novas – em Portugal andam todos a repetir o mesmo, a repetirem-se uns aos outros – e, igualmente, um desejo de ouvir quem fala de modo independente, quem não tem interesses particulares para defender, nem se limita a repetir as declarações institucionais que são, na melhor das hipóteses, meias verdades.

 

E quem não tem medo de dizer coisas que possam parecer inconvenientes.

 

Por outro lado, não podemos cair na tentação do bombástico, da agressão sem fundamento, das afirmações lançadas ao ar. Que é o que acontece, na maior parte das vezes. Basta ouvir os cronistas que andam pelas televisões, para se entender a pobreza do argumento que prevalece na terra dos pirómanos auto-suficientes. 

publicado por victorangelo às 22:08

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