Portugal é grande quando abre horizontes

18
Dez 13

A democracia faz-se com partidos políticos e com movimentos e associações da sociedade civil. Mas a democracia tem que começar no interior dos partidos. A vida partidária precisa de dinamismo e flexibilidade, de modo a dar oportunidade aos melhores e às ideias novas.

 

Quando isso não acontece, cada grupo de cidadãos tenta criar o seu próprio partido ou movimento político.

 

É isso que está a acontecer em Portugal. Estão a surgir novos embriões de partidos. Não terão um futuro muito próspero, por o terreno ideológico estar bem demarcado e muito ligado aos partidos que ao longo de décadas se foram impondo. Não passarão, por isso, de meras manifestações de personalidades, descontentes com as lideranças actuais dos principais partidos e com a falta de espaço interno, que não lhes permite ganhar proeminência dentro de cada partido. Vão desaparecer como apareceram, de repente, sem que se dê por tal.

 

Curiosamente, essas tentativas de furar a realidade partidária têm sobretudo lugar à esquerda. É a multiplicação das boas intenções e das ingenuidades.

 

De boas intenções está …

 

publicado por victorangelo às 21:26

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