Portugal é grande quando abre horizontes

12
Mar 14

De regresso aos círculos europeus, depois de uma longa viagem, noto que o pouco de boa vontade que ainda restava, no que diz respeito à crise económica que define a situação nalguns dos países da UE, Portugal incluído, mirrou bastante nas últimas semanas. Há hoje menos paciência para tentar compreender o que se passa em Portugal, por exemplo, e ainda menos quando se tenta falar de novos pacotes, de medidas de ajuda, de reestruturações, de coesão europeia.

 

Na véspera de eleições, os cidadãos do centro da Europa não querem ouvir falar de solidariedade para com os “países periféricos”. Quando muito, haverá algum interesse pela Ucrânia e a sua possível associação à UE. Esse interesse terá que ver com duas coisas: uma certa admiração pela coragem dos que passaram muitas semanas na praça Maidan; e um certo desagrado em relação a Putin, ao que ele poderá representar como vestígio da Guerra Fria e da ameaça que as memórias colectivas ainda associam à Rússia.

publicado por victorangelo às 20:19

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