Portugal é grande quando abre horizontes

15
Jun 14

A quem me pergunta, respondo que escrever sobre coisas pequenas, de somenos importância ou triviais, acaba por nos condicionar o pensamento. Começamos, então, a dar relevância ao que não deveríamos. A perder tempo com pormenores, exagerando-lhe o valor. É verdade que por vezes é bom falar da árvore. Mas, na maioria dos casos, há que ir mais longe e ter a floresta como centro da atenção.

 

Dizem-me, como resposta, que a malta gosta dos pormenores e compreende melhor a árvore que o bosque. Talvez assim seja. Talvez assim se ganhe ou perca audiência. E os números da audiência é que contam, acrescentam.

Verdade, claro que sim.

 

Mas a minha opção continua a ser a outra. Sem, no entanto, chegar à ideia absurda de um personagem que conheci, que escrevia para um leitor apenas: para ele!

publicado por victorangelo às 21:17

twitter
Junho 2014
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5
6
7

8
9

20
21

27

30


subscrever feeds
<meta name=
My title page contents
mais sobre mim
pesquisar
 
links
blogs SAPO