Portugal é grande quando abre horizontes

21
Mai 16

Não sou nem pretendo ser o primeiro-ministro de Portugal. A minha ambição política actual não chegaria nem para ser o motorista do primeiro-ministro. No entanto, se alguém me perguntasse hoje qual seria a questão número um, fosse eu o chefe do governo, a principal preocupação a que deveria dar uma atenção muito especial, creio que responderia de um modo muito claro: o sistema financeiro nacional. Os bancos nacionais estão profundamente enfraquecidos, com carteiras cheias de créditos mal-parados, com custos fixos elevados, uma actividade comercial ao ralenti e sem capacidade para financiar ou acompanhar o crescimento da economia nacional. Até a Caixa Geral de Depósitos, que muitos gostam de ver como uma instituição de todos nós, está a acumular prejuízos significativos e a viver de ficções contabilísticas. Precisa, rapidamente, de uma importante injeção de capital.

Nas praças bolsistas mais importantes da Europa sabe-se que a situação da banca privada portuguesa é frágil. Ninguém com juízo compra ações de bancos portugueses.

Entretanto, em Lisboa, quem tem poder finge que não vê.

 

publicado por victorangelo às 21:04

twitter
Maio 2016
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5
6
7

8
9
11
14

15

24
26
28

31


subscrever feeds
<meta name=
My title page contents
mais sobre mim
pesquisar
 
links
blogs SAPO