Portugal é grande quando abre horizontes

13
Mar 19

Theresa May está mais fragilizada do que nunca. Vários membros do seu governo decidiram votar contra as instruções que ela lhes tinha dado. A tradição diz-nos que deveriam, esta noite ou amanhã, pedir a demissão, abandonar as suas funções ministeriais. Não sei se isso irá acontecer. O país atravessa momentos excepcionais, nada é como dantes. Mas a verdade é simples: a Primeira-Ministra tem que manter a sua autoridade, no que respeita aos membros do governo. Se o não fizer, dará um sinal de fraqueza que será considerado como final. Em questões de liderança política, a imagem de um líder fraco é fatal. Nas circunstâncias actuais, Theresa May não pode cair nesse erro.

publicado por victorangelo às 22:17

Ontem à noite surpreendi alguns, quando, depois do novo chumbo em Westminster do projecto de acordo de Brexit, falei da possibilidade de uma terceira volta. Ou seja, do regresso ao Parlamento do projecto, depois de mais um ou dois retoques cosméticos, para uma votação final, uma possível aprovação, nesse momento.

A verdade é que estamos a percorrer paisagens políticas inéditas, nunca dantes exploradas. Assim, pode-se imaginar tudo, todo o tipo de opções políticas, pensar no inimaginável. Não por diversão ou para dizer algo diferente do que outros dizem. Sim, porque é no interesse de todos encontrar uma solução a um processo particularmente complexo. Um processo em que o habitual deixou de fazer sentido.

publicado por victorangelo às 14:56

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