Portugal é grande quando abre horizontes

30
Set 08

A propósito do enredo das casas do município de Lisboa, aqui 'a porta do escrutínio dos meios de comunicação social, pense-se no que irá por esse país fora.

 

A verdade e' que a fiscalização dos executivos camarários pela Inspecção-geral do MAI deixa muito a desejar. Não e' feita com eficiência, não e' sistemática, não e' célere. Por isso, abre as portas a todo o tipo de práticas ilegais e corruptas. E quando ainda por cima o sistema de justiça funciona 'a maneira do nosso, a passo de caracol sem energia...

 

As câmaras municipais são, por esse mundo fora, quando não são vigiadas a sério, grandes centros de práticas corruptas. Mais ainda, com o aproximar das eleições autárquicas.

 

publicado por victorangelo às 22:29

“A Justiça deve servir a Economia, não deve ser um empecilho", afirmou Alberto Costa, Ministro da Justiça http :/ ultimahora.publico.clix.pt /noticia.aspx?id=1344452).

Esta afirmação demonstra bem a mentalidade dos nossos governantes.

Quando se pretende colocar a Justiça ao serviço do que quer que seja abriu-se novamente a porta a Auschwitz e a Gulag.

Não existe diferença alguma entre submeter a Justiça a uma ideia de economia ou submeter a Justiça a uma ideia de Partido ou a uma ideia de Raça.

Por principio qualquer ideia de submissão de Justiça está equacionada numa politica de terror.

Uma sociedade não pode ser governada com o princípio que é possível sacrificar um justo em benefício de uma qualquer outra situação.

Que é possível cometer uma justiça para tutelar um outro critério.

Lembro-me sempre que quando fiz a minha recruta militar uma das ideias adquiridas era a de que a Justiça é a primeira das funções, a nossa razão de ser como militares, a que tudo se submetia.

Hoje vejo que estes senhores, que por deformação congénita não foram aptos a servir nas Forças Armadas, pretendem que o capitalismo financeiro, o terrorismo financeiro, (por a economia deles é isso mesmo) possa facilmente dominar a Justiça para continuar a politica de terror em que se vive.

Notemos que o Ministro bacouco não define o que é Justo, ele poderia ter dito a economia é Justa, mas não, o que ele diz claramente a justiça deve servir.

Para ele o elemento transcendente é a economia.

Ora, para nós o elemento transcendente é o homem enquanto ser social e enquadrado.

O homem enquanto ser social e enquadrado é o ponto de partida e de chegada de todas as coisas.

Eis aqui a razão para se lutar!

LFBT a 1 de Outubro de 2008 às 11:21

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