Portugal é grande quando abre horizontes

15
Set 10

O relatório que a Amnistia Internacional acaba de publicar sobre as violações dos direitos humanos e das liberdades fundamentais no Iraque de hoje está a acusar embaraços em Bruxelas e nalgumas capitais ocidentais. Intitulado "New Order, Same Abuses. Unlawful Detentions and Torture in Iraq", vem confirmar que, após sete anos de investimento da comunidade internacional, os resultados continuam muito aquém das expectativas. O governo utiliza sistematicamente a violência, como arma de manutenção da ordem pública e da autoridade do Estado, os cidadãos vivem na insegurança total e sem ter a certeza de ser ou não protegidos por quem detém o poder.

 

Há que repensar o papel dos principais parceiros do país, no seu apoio à governação no Iraque. Mas, abandonar o Iraque neste momento, concluo eu, seria um erro de consequências imprevisíveis. Mesmo se a responsabilidade primeira da situação actual cabe aos dirigentes nacionais.

publicado por victorangelo às 07:57

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