Portugal é grande quando abre horizontes

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Out 10

A eleição de Portugal para um lugar de dois anos no Conselho de Segurança deve-se à mobilização conseguida por Luís Amado. O ministro empenhou-se a sério na campanha. Como também foi o caso de João Cravinho, o Secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação. Por outro lado, o nosso embaixador junto da ONU, Moraes Cabral conseguiu muitos votos devido ao trato cordial que sempre tem mantido com muitos outros embaixadores de Estados membros acreditados em Nova Iorque.

 

Dirão alguns que a campanha para o Conselho de Segurança desviou recursos e atenções de outras áreas prioritárias, em matéria externa. E que o ministério tem problemas de fundo, que não estão a merecer a atenção que deveriam ter. Talvez assim seja. Mas a verdade é que a vitória de hoje é um factor de credibilização da equipa dirigente do ministério. A partir daqui, fica com mais força para reformar o que há que reformar. Espero que as energias reveladas durante a campanha sejam agora focalizadas na agudização estratégica da nossa política externa e na melhoria da gestão do ministério.

 

No Canadá, o país que perdeu contra Portugal, a derrota diplomática foi muito sentida. Foi a primeira vez que o Canadá perdeu uma eleição deste género.

publicado por victorangelo às 20:21

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