Portugal é grande quando abre horizontes

22
Jan 11

Como estamos em tempos de reflexão, dia para pensar, deixo-vos uma pergunta. Foi-me feita no Porto, no final da minha conferência sobre a segurança.

 

Alguém, muito entendido nas matérias, perguntou-me por que será que os lugares de importância, na área das informações de segurança, em Portugal, estão todos ocupados por maçónicos?

 

Acrescento uma outra questão: Será mesmo assim?

 

É que se assim for, temos o caldo entornado.

 

Talvez o senhor ministro da Administração Interna nos possa ajudar a responder. Ou alguém, que esteja por dentro.

publicado por victorangelo às 19:38

As elites nacionais vão receber o meu cartão vermelho da mão do candidato José Manuel COELHO!

Ainda acredito numa 2ª volta que depende dos portugueses e não das empresas de sondagens...
Vargas a 22 de Janeiro de 2011 às 20:26

Dou comigo pela primeira vez 37 anos depois de Abril de 74 ante uma eleição em que irei votar com um só critério: que o meu voto seja contado.
Até há bem pouco, só via para mim um cenário: ir votar, e anular o meu voto.
Percebo contudo que a minha abstenção, ou o meu voto nulo ou branco, nada significariam.
Não contariam para nada.
Nem mesmo para ajudar ao simples cômputo de se saber se haverá ou não uma 2ª volta.
Por isso, só por isso, vou votar num Candidato.
Não me sinto contudo representado por nenhum deles.
Não estou preparado para juntar a minha satisfação, euforia nunca, por um eventual bom resultado, à satisfação de muitos dos apoiantes de A e B. Muitos, bem identificados, são hoje como o têm sido décadas a fio os maiores responsáveis, com a sua má gestão da coisa pública, pelo tanto mal que tem sido feito a Portugal e aos portugueses.
E só não são eles os únicos responsáveis porque, afinal de contas, responsáveis mesmo mesmo, somos nós, o universo dos eleitores, que neles maioritariamente votamos.
Feitos bestas que exercemos a nossa liberdade, ora querendo ser chicoteados com um chicote branco, ora preto.
Não creio tampouco em quem vê os argueiros nos olhos dos outros, e não aceita sequer imaginar poderem existir trancas nos próprios olhos.
Não subscrevo nem as posturas dos demais, nem as suas teses, nem mesmo o entendimento da nossa realidade política e constitucional, que mostram ter.
Mas vou mesmo assim amanhã desperdiçar parcialmente o meu voto, votando.
Votarei num dos Candidatos garantidamente com hipóteses nulas.
E fá-lo-ei apenas com o objectivo de o meu comportamento ou omissão não poderem vir a ser considerados nem sequer com 1/n avos de responsabilidade, no caso de não vir a haver 2ª volta.
Leitor atento a 22 de Janeiro de 2011 às 20:31

Há poucas semanas esse assunto foi bastaste discutido num artigo da Visão da autoria de Pedro Norton. E parecia haver muitos comentadores com conhecimento de que a verdade estava por aí, ou como escreve creio mesmo que "temos o caldo entornado".
Perguntar ao Ministro?
Acha que ele ou alguém nos respondem com credibilidade.
Não é por ser o Ministro da Administração Interna, é por nenhum Ministro nos garantir a credibilidade e isenção necessária para acreditar nas palavras dele.
André a 22 de Janeiro de 2011 às 21:11

twitter
Janeiro 2011
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1

2
3
4
5
6
7
8

9
10

19




<meta name=
My title page contents
mais sobre mim
pesquisar
 
links
blogs SAPO