Portugal é grande quando abre horizontes

28
Mar 11

A imagem de Portugal no Norte da Europa precisa de levar um safanão.

 

Ainda hoje, numa breve estada na Holanda, tive oportunidade de me aperceber, uma vez mais, que a opinião sobre o nosso país não é boa. Com meias palavras, era como se se dissesse que países como Portugal deveriam abandonar o clube europeu. Seriam países que estariam a jogar numa liga que está acima das suas possibilidades. 

 

Há aqui um papel para os nossos embaixadores nas capitais europeias. Têm que se tornar mais activos junto da opinião pública dos países onde estão afectados. Devem mostrar um Portugal diferente. Como também devem lembrar aos europeus do Norte que todos ganham com o projecto comum. 

 

É evidente que só por si, uma campanha de informação não é suficiente. Os portugueses têm que dar provas de sentido cívico, de abertura de espírito, de empenho, seriedade e disciplina, de trabalho árduo e útil. Devem, acima de tudo, escolher líderes de melhor qualidade, capazes e dignos, gente de visão, interessada no bem comum. 

 

Falando de escolhas, a anúncio da designação, pelo Presidente da República de um novo Conselheiro de Estado deixa-me perplexo. Por que razão terá ido Cavaco Silva buscar um homem que se tem estado a posicionar como um ideólogo da direita caceteira, um sonso que mais não é que um revanchista dum Portugal retrógrado e amargurado, um fulano de uma outra época, um político sem brilho, pirómano da política dos ataques pessoais? 

 

Com esse tipo nomeações vamos continuar a cultivar a imagem de um Portugal baixinho e vingativo.

publicado por victorangelo às 22:01

Portugal teve passado, tem presente e quer ter futuro. Muito do que a Europa hoje é deve-o a este pequeno país. Portugal teve e tem massa crítica e gente trabalhadora e competente.
Ontem como hoje teve fracos dirigentes e grandes estadistas. O que a história nos mostra é que estes passam e a nação permanece.
O que Portugal e os portugueses precisam é de líderes de qualidade. O resto virá por acréscimo. Mas por mais que olhe não os vislumbro neste escuro túnel, nem ao fundo do mesmo.
O exemplo que refere sobre a escolha de um novo Conselheiro de Estado vem comprovar o que tenho escrito sobre a parcialidade revanchista que domina a política portuguesa. Por isso subscrevo-o e se não se importa, assino por baixo.

MG
Naçao Valente a 29 de Março de 2011 às 19:55

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