Portugal é grande quando abre horizontes

31
Mar 11

Na agenda internacional, a Líbia continua a ser o tema prioritário. Tive a oportunidade de o confirmar no meu encontro de trabalho, hoje, com o chefe do Estado-Maior do SHAPE, a parte militar da NATO.

 

Mas também me pareceu importante mencionar os riscos estratégicos ligados à situação na Síria. O país vive um profundo mal-estar e está farto da clique dirigente, de quarenta e tal anos de privação de liberdade, de estagnação económica, da omnipresença da polícia secreta e da imagem de Estado pária, que o regime projecta. A implosão é cada vez mais possível. Ora, a Síria ocupa uma posição estratégica ímpar. Tem fronteiras com Israel, Líbano, Iraque, Jordânia e as terras dos Curdos. E relações privilegiadas com o extremismo Palestiniano.

 

A Síria pode, facilmente, destabilizar toda uma região nevrálgica.

publicado por victorangelo às 21:21

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