Portugal é grande quando abre horizontes

01
Nov 11

O pânico dos mercados perante a decisão do PM grego de organizar um referendo é exagerado. Porquê tanta surpresa?

 

A Grécia, é conhecido, está de pantanas. A situação é tão desesperada que até os militares andam a falar demais: a prova é que, esta noite, as chefias dos ramos foram todas demitidas e substituídas por outras. Não há dinheiro nem há economia que seja digna do nome.

 

A culpa deste caos será de muitos, mas é, antes de tudo, dos gregos e dos seus políticos. O PM está contra a parede, esgotou todas as opções. Num acto de desespero, falou de um referendo. Haverá referendo? Não sei. Mas não há certamente dinheiro em caixa. Esperar por um referendo em Janeiro ou Fevereiro é como esperar pela eternidade. Entretanto, o país entrará em ruptura de pagamentos, internos e externos. O caminho que as coisas têm estado a seguir só leva à catástrofe total. Poderá levar a falências de bancos na Europa. Mas acima de tudo, leva à tragédia, na Grécia. Conduz à miséria da maioria.

 

Esperemos que os portugueses saibam entender as lições gregas e não sigam pela mesma via. 

publicado por victorangelo às 22:10

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