Portugal é grande quando abre horizontes

22
Fev 12

No dia em que foram mortos, em Homs, na Síria, dois jornalistas internacionais, Marie Covin, uma mulher de grande coragem, correspondente de guerra veterana, e Rémi Ochlik, um jovem de 28 anos, mas já com vários prémios no currículo, a discussão sobre uma possível intervenção militar estrangeira tornou-se mais intensa. Uma operação desse tipo, diria quem sabe, está fora das hipóteses. Mesmo uma operação com objectivos muito limitados, por exemplo, o estabelecimento de zonas de protecção de civis, é impossível, nesta fase e imprevisível, no futuro. 

 

O que é possível é o treino, acompanhamento e o fornecimento de meios aos grupos armados que se opõem a Assad. Essa parece ser uma via que está a ser explorada por alguns países, os suspeitos do costume. 

 

Mas, para a comunidade internacional, a questão fundamental mais urgente é a de pôr fim à violência contra civis. Como o conseguir? Como chegar a um acordo? Por onde começar?

 

Este tem que ser o ponto de partida para as negociações entre os principais actores internacionais. Sem mais demoras.  

publicado por victorangelo às 21:22

twitter
Fevereiro 2012
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4

5
6
7
8
9

18


27


<meta name=
My title page contents
mais sobre mim
pesquisar
 
links
blogs SAPO