Portugal é grande quando abre horizontes

05
Dez 12
  1.   O grau de desenvolvimento da economia portuguesa não permite o financiamento adequado das funções essenciais na área da segurança nacional.

 

Quer no domínio interno, em termos da protecção dos cidadãos, dos seus direitos fundamentais e das suas liberdades, quer no plano externo, no que respeita à garantia da independência e da integridade da nação, a que se junta a obrigação de participar na segurança colectiva dos estados que fazem parte da nossa comunidade de interesses e alianças, a nossa capacidade para responder aos desafios e às exigências colectivas encontra-se seriamente limitada pela fraqueza da nossa economia. Há um défice entre o que se espera de nós, enquanto país da NATO e da UE, e aquilo que podemos efectivamente oferecer.

 

Chegámos, além disso, a uma situação em que somos vistos por alguns observadores estrangeiros como um elo fraco e incerto do sistema colectivo de defesa e segurança. A preocupação é tanto maior quanto a nossa área de responsabilidade é uma das fronteiras da Europa, que inclui igualmente corredores importantes de navegação no Atlântico Norte.

 

A consequência lógica é que será preciso definir muito claramente quais são as principais ameaças que teremos que enfrentar e concentrar uma proporção elevada dos poucos recursos disponíveis nas forças e estruturas que têm a responsabilidade directa de dar resposta a esse tipo de ameaças.

 

publicado por victorangelo às 22:13

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