Portugal é grande quando abre horizontes

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Dez 12

4.            A cooperação e as parcerias internacionais de segurança são indispensáveis para o reforço da nossa segurança nacional.

 

Estudos demonstram que a participação em missões de paz, quer no quadro na ONU quer da NATO, foi – e continua a ser - benéfica para a modernização, o aumento da eficácia e a motivação das forças armadas e de segurança portuguesas. Veja-se, a esse propósito, o trabalho dirigido por Adriano Moreira e coordenado por Carlos Branco, Francisco Proença Garcia e Carlos Santos Pereira, “Portugal e as Operações de Paz. Uma Visão Multidimensional”, publicado pela Fundação Mário Soares em 2010. 

 

Deve ainda ter-se em conta que algumas destas missões são inteiramente reembolsadas pela organização internacional que as patrocina, como é o caso nomeadamente das operações da ONU.

 

Por outro lado, a filiação internacional de Portugal e a sua inclusão na UE, na NATO e nas Nações Unidas acarretam a obrigação de um certo nível de preparação e apetrechamento, participação e responsabilidade internacionais. Para além da obrigação, o prestígio e a imagem do nosso país estão igualmente em causa. Participar aumenta a credibilidade de Portugal.

 

O Conceito Estratégico tem que reservar uma parte importante das suas orientações para este tipo de compromissos internacionais. 

 

Deve, igualmente, definir as parcerias bilaterais prioritárias. Esta é uma área que precisa de ser aprofundada. Na minha opinião, uma dessas parcerias passa por um posicionamento diferente em relação à Espanha. Sei que a relação de defesa com a Espanha é um assunto complexo. Terá, no entanto, que fazer parte do debate. 

publicado por victorangelo às 21:02

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