Portugal é grande quando abre horizontes

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Dez 12

Alguém com poder dizia, no seguimento da discussão sobre as reformas das polícias, que o objectivo do governo é o de repartir os recursos existentes pelas duas grandes forças de segurança interna, a PSP e a GNR. Duas instituições que merecem o respeito de todos nós, acrescente-se de imediato. 

 

Responderia que começar a reestruturação pelo prisma dos recursos não me parece ser a melhor maneira de proceder. Como também não chega dizer que uns tratam dos meios urbanos e os outros do resto e das estradas.

 

Os serviços precisam de ser organizados com base numa análise muito fina e objectiva das ameaças, em seguida, da eficiência que se pretende melhorar, dos resultados a atingir e das economias de escala que precisamos de obter. Tudo isso tendo em conta que nada pode mudar da noite para o dia, que nesta área a melhor maneira de proceder é a que se baseia numa execução gradual das mudanças. Até por que existem muitas susceptibilidades que será necessário ter em conta.

Sem esquecer, claro, as lições aprendidas por outros, em países europeus semelhantes ao nosso. É que nestas coisas, como em muitas outras, não é totalmente necessário inventar a pólvora.

publicado por victorangelo às 19:22

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