Portugal é grande quando abre horizontes

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Dez 12

É um erro grave estar a introduzir mais confusão e aumentar a desmotivação existente nos serviços nacionais de polícia, como agora acontece, à volta de um conceito de segurança interna que se baseia numa visão arcaica e ineficiente da arquitectura institucional a adoptar. 

publicado por victorangelo às 18:57

Complementando... Neste nosso Portugal prolifera gente com uma estranha tendência para confundir o currículo académico, os doutoramentos, os mestrados e as pós-graduações em determinado tema, como, por exemplo, o terrorismo, com experiência efectiva de combate a esse fenómeno no terreno. O currículo académico é sempre uma mais-valia (a PJ também tem quadros com os mais altos graus académicos), mas não substitui nunca o saber-fazer aprendido, aperfeiçoado e testado todos os dias no terreno.
Sendo certo que Portugal não tem sido um país alvo do terrorismo internacional e não tem terrorismo doméstico, não é menos verdade e convém nunca esquecer, que desde as FP-25ª, ao longo das últimas décadas, todos os anos, a Polícia Judiciária monitoriza centenas de «terroristas» ou potenciais apoios, a pedido das suas congéneres internacionais, o que é bem diferente do mero conhecimento do fenómeno a partir da literatura existente e ou documentos «institucionais», sem que, com isto, pretendamos, obviamente, desvalorizar estas actividades, pois também as praticamos…
Serve este complemento apenas para manifestar a nossa estranheza perante a quantidade de «especialistas» que cada vez mais aparecem em conferências que, no caso vertente, por exemplo, nunca viram de perto ou até falaram com um verdadeiro terrorista. Esta imagem serve, naturalmente, para outros crimes...
Mário Coimbra a 23 de Dezembro de 2012 às 20:16

Inteiramente de acordo.

VA
victorangelo a 24 de Dezembro de 2012 às 16:52

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