Portugal é grande quando abre horizontes

21
Fev 13

Os Think Tanks e organismos similares – Policy Centres, escritórios de lóbis, institutos privados de investigação, plataformas de diálogo, representações de grupos de interesses, etc – definem uma boa parte da vida internacional de Bruxelas. Formam-se e vivem à volta das instituições da União Europeia e da NATO. Empregam milhares de universitários, das mais diversas nacionalidades. São também um viveiro de estagiários, jovens vindos dos vários cantos da Europa que nestas instituições privadas aprendem a mexer-se num ambiente internacional e acumulam contactos. Muitos desses jovens têm uma formação académica avançada, com cursos tirados em dois ou três países diferentes. Alguns falam várias línguas, incluindo idiomas menos habituais, nesta parte do mundo, como o russo, o mandarim, o coreano ou o árabe. Têm uma visão cosmopolita da vida e do emprego, grande mobilidade, sempre prontos a ir viver e trabalhar noutras paragens. Alguns são francamente brilhantes.

 

Nas minhas andanças por esta terra, tenho encontrado muitos deles. E notado uma grande ausência: a dos jovens portugueses. 

publicado por victorangelo às 21:06

Caro amigo Victor....n viu nem vera...infelizmente na maioria dos casos esses grupos servem para fazer com que determinados individuos (as) se perpetuem no meio...temem os mais preparados k os procuram, resguardadndo-se em desculpas pouco dignas de gente que se diz inteligente...
Em LIsboa existem uns quantos...ligados as Relacoes Internacionais, Seguranaca e Defesa...o costume...sabemos que estao vivos por certas conferencias anuais que insistem em promover apesar de nada de novo aportarem aos temas em debate...
Esta e a tristeza da investigacao dos ditos centros priveligiados de investigacao...
Disse...
Beijinhos
joana Critica a 21 de Fevereiro de 2013 às 21:44

Cara Amiga,

Tem toda a razão quando diz que na nossa terra esses centros e gabinetes servem para perpetuar os mesmos. Não deixam espaço aos mais novos, nem pouco mais ou menos. O velho professor que atravessou o fascismo, o marcelismo, o 25 de Abril e os tempos de agora, e apenas um exemplo, entre muitos.

A vantagem, em Bruxelas, é que há mais abertura e mais dinamismo. Mesmo havendo "coutadas", é possível ir procurando oportunidades noutros sítios. E é pena não ver os jovens portugueses por aqui, a tentar sair do quadradinho pequeno que a todos enferma...

Amizades,

VA
victorangelo a 22 de Fevereiro de 2013 às 14:23

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