Portugal é grande quando abre horizontes

26
Mar 13

Alguém me dizia hoje que as economias europeias têm que se habituar a viver com um nível de desemprego estrutural elevado. Acrescentava que a competição entre os países europeus e entre a Europa e o resto do mundo implica mais deslocalizações de unidades económicas e mais perdas de postos de trabalho pouco ou nada especializados. E rematava dizendo que os novos níveis de desemprego serão insustentáveis, do ponto de vista da segurança social e dos subsídios.

 

Ou seja, a mensagem era que estamos a viver um processo de transformação radical e não damos suficiente atenção aos indicadores de tendência, nem somos capazes de repensar o nosso modelo económico de maneira a poder responder aos desafios de um mundo cada vez mais global.

 

Retorqui apenas o que já tenho dito várias vezes: se estivesse no poder, a minha preocupação número um seria a do emprego. Sem cair na asneira de dizer que cabe aos governos criar emprego, diria, no entanto, que é da responsabilidade primeira de quem governa criar as condições para que sejam criados postos de trabalho. Acrescentando, em seguida, que o emprego é um desafio que diz respeito a todos. E que começa por um sistema educativo moderno, eficiente e disciplinado. 

publicado por victorangelo às 20:48

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